Guia do EX5 Elétrico
Consumo real, carga em casa e na rua.
Recarga
Peça a um eletricista um circuito dedicado com disjuntor adequado, DR e DPS. Para wallbox de 11 kW, é preciso rede de 380 V e consultar a distribuidora.
Autonomia
O que mais pesa é a velocidade: a 90 a 100 km/h no modo Eco o Max faz perto de 380 a 400 km. Viagem à noite e sem serra rende mais.
De R$ 0,85 a R$ 2,90 por kWh, com a maioria entre R$ 1,59 e R$ 2,20. Em casa costuma sair abaixo de R$ 1,20, então muitos só carregam na rua em viagem.
O elétrico carrega em casa por conector Tipo 2, mas a potência máxima em AC ainda não foi confirmada. O limite de 6,6 kW é do EM-i.
Recarga lenta em casa no dia a dia e carga rápida quando precisar. Um dono do elétrico mediu 97,66% de saúde da bateria após 25 mil km.
Um portátil de 32 A ou de 11 kW numa tomada industrial pode substituir o wallbox. A potência que o elétrico recebe com eles ainda não foi medida.
Ponto individual pode sair caro. Uma saída é ter vagas rotativas com carregadores coletivos de 7 kW liberados por app e o kWh cobrado no boleto.
Dica
PlugShare para achar pontos, o mapa do site Carregados para ver mais opções e o app de cada rede para pagar e encerrar.
No elétrico, a recarga na estrada é necessária quando a viagem passa de cerca de 350 km no Max. Para 650 km, basta uma parada de 30 a 40 minutos.
No portátil, troque para uma tomada de 20 A em bom estado. Se o problema for em carregador BYD, veja se ele exige cartão RFID e tenha outra rede no caminho.
Na estrada, em velocidade moderada, o Max faz cerca de 380 a 400 km por carga. Rodando forte, pode ficar perto de 300 km.
Cidade: 12 a 13 kWh/100 km. Estrada: 14 a 15; com serra, 15 a 16; dirigindo forte, 18 a 20.
Como fazer
Use o ABRP para a rota e o PlugShare para os carregadores. Saia com 100%, ande a 90 a 100 km/h e conte com cerca de 350 km entre recargas no Max.
Não há relato de wallbox de brinde no elétrico. O grupo indica wallbox de 11 kW por cerca de R$ 1.552, mas a potência AC aceita pelo carro ainda não foi confirmada.
Cidade: 12 a 13 kWh/100 km. Estrada: 14 a 15. Serra: 15 a 16. Dirigindo forte: 18 a 20.
Planeje no ABRP, ache carregadores no PlugShare, saia com 100% e ande a 90 a 100 km/h. No Max, conte com cerca de 350 km entre recargas.
Destrave o carro pela chave ou pelo app: no EM-i, com o carro trancado, o plugue fica preso. No elétrico, o mecanismo ainda não foi confirmado.
No Max, o uso real na estrada em velocidade moderada fica um pouco acima do Inmetro. Use o número oficial como piso.
No Max, 350 a 380 km dá, indo suave, sem serra e de preferência à noite. 400 km só em condição muito favorável.
Use um leitor OBD2: 1 dono mediu 97,66% de saúde após 25 mil km.
Antes de comprar um portátil com plugue industrial, confira se a tomada da garagem tem o mesmo tamanho e corrente.
Ponto forte
1 dono com energia solar diz ter economizado R$ 5.500 em combustível em quase 3 meses.
A capacidade da bateria do elétrico não foi informada pelos donos. Para estimar a autonomia, use os km rodados pela porcentagem gasta.
Ainda não há cálculo de custo por km feito por donos do elétrico. Com energia solar, um dono economizou R$ 5.500 em combustível em quase 3 meses.
O Pro tem 413 km no Inmetro e cerca de 60 km a mais que o Max. Os poucos relatos indicam consumo baixo.
A potência do portátil original do elétrico não foi informada. Com um carregador de 3 kW, um dono levou quase 24 horas de 0 a 100% numa noite fria.
Ainda não há medições de potência DC no elétrico. Um dono diz que, para 650 km, basta uma parada de 30 a 40 minutos.
O EM-i tem V2L com cabo de descarga Tipo 2. No elétrico, a função ainda não foi confirmada por donos.